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  • Vale a pena ser franqueado? Verdades que quase ninguém conta sobre franquias

    Vale a pena ser franqueado? Entenda as verdades que ninguém conta, o preço real da “autonomia controlada” e como decidir com lucidez antes de assinar.

    1. O sonho da fachada iluminada
    A cena é sempre parecida. Shopping lotado, vitrine bonita, marca famosa na fachada e a fantasia automática: “É só colocar o dinheiro, seguir o manual e esperar o caixa cantar”.
    O marketing do franchising vende exatamente isso: um “meio‑termo mágico” entre segurança e autonomia. Você não estaria começando do zero, teria um modelo testado e ainda seria dono do próprio nariz.
    Desculpa a franqueza: isso é meia verdade. E meia verdade, na prática, costuma virar mentira cara.
    Eu já fui Franqueador de uma marca própria e já fui franqueado de uma grande marca. Vi de dentro o que funciona — e o que ninguém coloca na apresentação bonita de venda da franquia.

    2. A definição crua de franqueado
    Vamos tirar o filtro do Instagram: o franqueado é um ser híbrido. Empresário no CNPJ, funcionário intelectual da franqueadora.

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    Empresário, Empregado ou Franqueado? Por onde ir e qual caminho faz sentido para você

    Empresário, Empregado ou Franqueado: qual caminho é melhor? Entenda os riscos, dores e privilégios de cada papel a partir de quem já viveu os três.

    1. A pergunta errada que todo mundo faz

    “Renato, o que dá mais dinheiro: ser empresário, empregado ou franqueado?”

    Em mais de 35 anos de estrada, essa é uma das perguntas que mais ouço. E é sempre feita com aquela esperança de que exista uma resposta mágica, um ranking oficial das carreiras: ouro, prata e bronze.

    Já vou te decepcionar de início: essa é a pergunta errada. Não existe papel “melhor”. Existe papel coerente com o seu perfil, com o seu momento e com o seu bolso.

    Eu já vesti os três crachás e sobrevivi para contar: dá para ser miserável e infeliz em qualquer uma das três opções. E também dá para construir uma vida digna em qualquer uma delas — se você parar de romantizar o que não viveu.

  • Por que bons executivos competentes travam na hora de decidir o próximo passo na carreira?😱⏰

    Entenda por que executivos competentes travam na hora de decidir o próximo passo. O papel do medo, do perfil e da honestidade brutal na escolha de caminho.
    1. O executivo corajoso que não consegue dizer “não”
    Cena típica de mentoria: executivo sênior, currículo impecável, resultados sólidos… e completamente paralisado diante da pergunta: “Qual é o seu próximo passo?”.
    Esse mesmo profissional que decide milhões, corta orçamento, demite, compra empresa, muda rota — trava na hora de decidir pela própria carreira. E começa o show de justificativas sofisticadas para algo muito simples: medo.

    É o medo que faz você dizer “sim” para o chefe quando tudo em você grita “não”. Que te prende num cargo que já morreu para você, mas continua pagando as contas.
    Não é falta de competência. É excesso de narrativa bonita para não encarar a verdade feia.

  • Gestão do tempo na prática: a Curva ABC das 3 Caixas (Dinheiro, Obrigação e Conforto)🚀🧭

    Gestão do tempo na prática: a Curva ABC das 3 Caixas (Dinheiro, Obrigação e Conforto)🚀🧭, o único jeito de você encontrar paz no telefone que não para de tocar, o chefe que não para de pedir, as mensagens que não param de entrar e os negócios que ficam sem resolver…

    1. O dado, o mar e a autoenganação

    Um dia, na Bahia, eu acordei com um dilema profissional seríssimo: trabalhar ou surfar. Sol, mar liso, prancha encostada… e boletos me olhando da mesa.

    Para “não decidir sozinho”, chamei o “Destino” para a conversa: peguei um dado. Par, eu trabalhava. Ímpar, eu surfava. Joguei. Deu par. Trabalhar. Inconformado, inventei a “melhor de três”. Depois, “melhor de cinco”. Na sétima jogada, finalmente deu ímpar. Adivinha o que eu fiz? Fui surfar.

    Moral constrangedora da história: você sempre acha um jeito de justificar aquilo que você já queria fazer. Com dado, com planilha, com reunião ou com desculpa.

    Na gestão do tempo, a gente faz isso o dia inteiro. Enche a agenda de “coisa urgente” só para evitar o importante incômodo. E à noite, ainda tem coragem de dizer que “o dia não rendeu”.

  • Tríade da Performance Profissional: como aplicar em equipes de vendas e aumentar resultados

    O mito do “vendedor raiz” e a realidade da performance
    Todo mundo conhece o estereótipo do “vendedor sangue nos olhos”: fala alto, aperto de mão firme, promessa fácil e meta batida na base do grito. Funciona? Às vezes. Escala? Quase nunca.
    Na prática, o que eu mais vejo são times de vendas exaustos, líderes frustrados e empresários se perguntando por que tanto esforço não aparece no caixa. A culpa não é do “mercado ruim” nem do “time desmotivado” — é de gestão de perfil.
    A Tríade da Performance Profissional nasceu justamente da observação de que nenhum time de vendas performa bem usando um único tipo de energia. Quando só existe um “perfil dominante” no comando, o resultado é previsível: caos, acomodação ou politicagem estéril.
    Vendas não é um show de carisma. É um jogo de risco calculado, rotina bem feita e relacionamento inteligente. Traduzindo: Ousadia, Consistência e Diplomacia trabalhando juntos.

  • Faturamento é Ego, Lucro é Sanidade: Por que sua empresa vende muito, mas você continua “rico sem dinheiro”? 💸🤑

    • Faturamento é Ego, Lucro é Sanidade: Por que sua empresa vende muito, mas você continua “rico sem dinheiro”?
    Se tem uma coisa que aprendi em mais de 35 anos de estrada — entre multinacionais, franquias que deram certo e outras que me tiraram o sono — é que existe uma doença silenciosa nas pequenas e médias empresas.
    Eu chamo de “Síndrome do Saco Furado”.
    É aquele empresário que tem uma loja cheia, uma fábrica rodando a mil, um restaurante com fila na porta… mas chega no dia 30 e ele não vê a cor do dinheiro. Ele trabalha 14 horas por dia, se sente o “herói da resistência”, mas no fundo, está apenas trocando figurinha com o banco.
    A verdade dói, mas precisa ser dita: Trabalhar muito não é sinônimo de ter lucro.
    Muitos me procuram achando que o problema é VENDAS. “Renato, preciso vender mais!”, eles dizem. E eu respondo: “Se você vender mais com a casa desorganizada, você só vai aumentar o tamanho do seu prejuízo.”
    Onde o dinheiro se esconde?