Empreender e Franquias

Artigos de Renato Tomé sobre empreendedorismo e o mundo franquia.

  • Vale a pena ser franqueado? Verdades que quase ninguém conta sobre franquias

    Vale a pena ser franqueado? Entenda as verdades que ninguém conta, o preço real da “autonomia controlada” e como decidir com lucidez antes de assinar.

    1. O sonho da fachada iluminada
    A cena é sempre parecida. Shopping lotado, vitrine bonita, marca famosa na fachada e a fantasia automática: “É só colocar o dinheiro, seguir o manual e esperar o caixa cantar”.
    O marketing do franchising vende exatamente isso: um “meio‑termo mágico” entre segurança e autonomia. Você não estaria começando do zero, teria um modelo testado e ainda seria dono do próprio nariz.
    Desculpa a franqueza: isso é meia verdade. E meia verdade, na prática, costuma virar mentira cara.
    Eu já fui Franqueador de uma marca própria e já fui franqueado de uma grande marca. Vi de dentro o que funciona — e o que ninguém coloca na apresentação bonita de venda da franquia.

    2. A definição crua de franqueado
    Vamos tirar o filtro do Instagram: o franqueado é um ser híbrido. Empresário no CNPJ, funcionário intelectual da franqueadora.

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    Empresário, Empregado ou Franqueado? Por onde ir e qual caminho faz sentido para você

    Empresário, Empregado ou Franqueado: qual caminho é melhor? Entenda os riscos, dores e privilégios de cada papel a partir de quem já viveu os três.

    1. A pergunta errada que todo mundo faz

    “Renato, o que dá mais dinheiro: ser empresário, empregado ou franqueado?”

    Em mais de 35 anos de estrada, essa é uma das perguntas que mais ouço. E é sempre feita com aquela esperança de que exista uma resposta mágica, um ranking oficial das carreiras: ouro, prata e bronze.

    Já vou te decepcionar de início: essa é a pergunta errada. Não existe papel “melhor”. Existe papel coerente com o seu perfil, com o seu momento e com o seu bolso.

    Eu já vesti os três crachás e sobrevivi para contar: dá para ser miserável e infeliz em qualquer uma das três opções. E também dá para construir uma vida digna em qualquer uma delas — se você parar de romantizar o que não viveu.