Performance Profissional

Artigos de Renato Tomé sobre como atingir o máximo de performance profissional

  • Gestão do tempo na prática: a Curva ABC das 3 Caixas (Dinheiro, Obrigação e Conforto)🚀🧭

    Gestão do tempo na prática: a Curva ABC das 3 Caixas (Dinheiro, Obrigação e Conforto)🚀🧭, o único jeito de você encontrar paz no telefone que não para de tocar, o chefe que não para de pedir, as mensagens que não param de entrar e os negócios que ficam sem resolver…

    1. O dado, o mar e a autoenganação

    Um dia, na Bahia, eu acordei com um dilema profissional seríssimo: trabalhar ou surfar. Sol, mar liso, prancha encostada… e boletos me olhando da mesa.

    Para “não decidir sozinho”, chamei o “Destino” para a conversa: peguei um dado. Par, eu trabalhava. Ímpar, eu surfava. Joguei. Deu par. Trabalhar. Inconformado, inventei a “melhor de três”. Depois, “melhor de cinco”. Na sétima jogada, finalmente deu ímpar. Adivinha o que eu fiz? Fui surfar.

    Moral constrangedora da história: você sempre acha um jeito de justificar aquilo que você já queria fazer. Com dado, com planilha, com reunião ou com desculpa.

    Na gestão do tempo, a gente faz isso o dia inteiro. Enche a agenda de “coisa urgente” só para evitar o importante incômodo. E à noite, ainda tem coragem de dizer que “o dia não rendeu”.

  • Tríade da Performance Profissional: como aplicar em equipes de vendas e aumentar resultados

    O mito do “vendedor raiz” e a realidade da performance
    Todo mundo conhece o estereótipo do “vendedor sangue nos olhos”: fala alto, aperto de mão firme, promessa fácil e meta batida na base do grito. Funciona? Às vezes. Escala? Quase nunca.
    Na prática, o que eu mais vejo são times de vendas exaustos, líderes frustrados e empresários se perguntando por que tanto esforço não aparece no caixa. A culpa não é do “mercado ruim” nem do “time desmotivado” — é de gestão de perfil.
    A Tríade da Performance Profissional nasceu justamente da observação de que nenhum time de vendas performa bem usando um único tipo de energia. Quando só existe um “perfil dominante” no comando, o resultado é previsível: caos, acomodação ou politicagem estéril.
    Vendas não é um show de carisma. É um jogo de risco calculado, rotina bem feita e relacionamento inteligente. Traduzindo: Ousadia, Consistência e Diplomacia trabalhando juntos.

  • Faturamento é Ego, Lucro é Sanidade: Por que sua empresa vende muito, mas você continua “rico sem dinheiro”? 💸🤑

    • Faturamento é Ego, Lucro é Sanidade: Por que sua empresa vende muito, mas você continua “rico sem dinheiro”?
    Se tem uma coisa que aprendi em mais de 35 anos de estrada — entre multinacionais, franquias que deram certo e outras que me tiraram o sono — é que existe uma doença silenciosa nas pequenas e médias empresas.
    Eu chamo de “Síndrome do Saco Furado”.
    É aquele empresário que tem uma loja cheia, uma fábrica rodando a mil, um restaurante com fila na porta… mas chega no dia 30 e ele não vê a cor do dinheiro. Ele trabalha 14 horas por dia, se sente o “herói da resistência”, mas no fundo, está apenas trocando figurinha com o banco.
    A verdade dói, mas precisa ser dita: Trabalhar muito não é sinônimo de ter lucro.
    Muitos me procuram achando que o problema é VENDAS. “Renato, preciso vender mais!”, eles dizem. E eu respondo: “Se você vender mais com a casa desorganizada, você só vai aumentar o tamanho do seu prejuízo.”
    Onde o dinheiro se esconde?